
Aquele abraço, aqueles abraços, os abraços que não chegam a ser, os abraços que não se se tornam abraços por causa da convenção do mínimo contacto físico, por medo de ser mal recebido, por comodismo, por parvoíce.
Mas é tão bom, sentir o que na realidade não é mais que um aperto. É assim que normalmente reconheço as pessoas que são para ficar, pelos abraços só porque sim.
Já cantava a Elis com a sua quase exagerada emoção:
Quem sabe de mim sou eu – aquele abraço!
Pra você que meu esqueceu - aquele abraço!
Pinix, meu "filhito", obrigada! Acho que só não sou uma pessoa fechada a abraços por teres passado o secundário a esborrachar-me o nariz com os teus abraços.
Já agora, queria deixar aqui um grande abraço de consolo ao senhor Jorge Nuno Pinto da Costa. Temos pena, temos mesmo muita pena...
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